• Skip to main content
  • Pular para sidebar primária
  • Pular Rodapé

Ramiro Batista

Política, Mídia e Literatura

  • MEUS ARTIGOS
    • LITERATURA
    • MÍDIA
    • POLÍTICA
  • MAIS LIDOS
  • MEUS LIVROS
  • ESTE SITE

Inquérito das Fake News: o alerta do Estadão contra o arbítrio

26 de abril de 2026 por Ramiro Batista Deixe um comentário

Editorial contundente aponta como o STF transformou um instrumento de proteção em ferramenta de perseguição política, ignorando a paridade de armas e a própria Constituição.

Dez trechos do editorial arrasador do Estadão sobre o famigerado e eterno inquérito das Fakenews, aquele que “vai acabar quando terminar” ou “pelo menos até as eleições”, como assumiu o ministro Gilmar Mendes no seu road show de entrevistas desta semana, para se defender e acusar Romeu Zema:

1. A transmutação do inquérito:

“[O inquérito] deixou de ser um instrumento de proteção institucional do STF – e, consequentemente, da democracia – para se converter em expediente de perseguição a desafetos de ministros e de controle do discurso político.”

2. A expansão de escopo:

“…processo de degeneração que passou a abarcar categorias de investigação vagas o bastante para acomodar qualquer ameaça aos interesses dos ministros.”

3. O uso como ferramenta de intimidação:

“…o processo servirá para intimidar aqueles que, em busca de votos, fizerem críticas ao tribunal e a seus ministros. Isso obviamente não tem cabimento à luz da Constituição.”

4. O remédio constitucional:

“Decerto há quem invista contra o Supremo com ânimo liberticida […]. Mas a resposta a isso deve ser mais respeito à Constituição, não menos.”

5. Confusão entre pessoa física e instituição:

“O que não pode é um ministro confundir-se com o próprio Supremo, qualificando qualquer ataque a si mesmo como se fosse um atentado à Corte e, por extensão, à democracia.”

6. A imunidade indevida:

“Ao fazê-lo, pretende claramente tornar-se imune a críticas, algo que ninguém, numa democracia, pode reivindicar.”

7. Paridade de armas no debate:

“Mesmo ácidas ou irônicas, as críticas fazem parte do debate público e devem ser enfrentadas com paridade de armas, vale dizer, discursos políticos devem ser confrontados com palavras, não com medidas judiciais.”

8. A ameaça ao cidadão comum:

“Quando manifestações claramente políticas passam a ser tratadas como crimes em potencial, está aberta uma avenida para a intimidação de qualquer cidadão que ousar apontar os erros daqueles que detêm o enorme poder.”

9. Desvio para a lide política:

“Está claro que o inquérito já não se presta mais à repressão de condutas supostamente criminosas, tendo avançado perigosamente para o campo das lides políticas.”

10. Erosão dos fundamentos democráticos:

“O que se tem, portanto, é a consolidação de um expediente que, a pretexto de defender a democracia, termina por emascular seus principais fundamentos.”

Arquivado em: POLÍTICA

Sobre Ramiro Batista

Sou escritor e jornalista formado em Letras e Literatura, Comunicação e Marketing, experiente em escrever, editar, publicar, engajar e promover pessoas e ideias. Compartilho tudo o que sei sobre o uso de ferramentas de comunicação para conquistar e manter poder.

Reader Interactions

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Sidebar primária

MAIS LIDOS

VEJA ARTIGOS DESDE 2010

VEJA MAIS POSTS EM:

 Facebook Twitter LinkedIn Instagram

Footer

  • ESTE SITE
  • POLÍTICA DE PRIVACIDADE
  • MAIS LIDOS
  • MEU CONTATO

Copyright @ 2010-2020 - Ramiro Batista.