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Direita cerca Lula: O avanço de Caiado e Zema no Datafolha

11 de abril de 2026 por Ramiro Batista Deixe um comentário

O empate técnico que ameaça o Planalto e o desafio de Flávio Bolsonaro para conter o “fogo amigo” de aliados que ostentam melhor gestão administrativa.

Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema crescem e aparecem em empate técnico com Lula em um eventual segundo turno, segundo a terceira pesquisa Datafolha desde janeiro, publicada neste sábado. Flávio leva uma vantagem ainda que pequena (46% a 45%), enquanto Caiado e Zema pontuam 42% contra 45% do petista.

Caiado foi quem mais avançou, encurtando em 7 pontos a distância para Lula desde o levantamento de março, quando perdia por 46% a 36%. Já Zema estreia na pesquisa mostrando força competitiva.

Os números são consistentemente ruins para o presidente, estagnado desde dezembro, e bons para a direita, que vê crescimento em todas as frentes. No entanto, o cenário é preocupante para Flávio Bolsonaro por três motivos que nada têm a ver com Lula:

1. Teto de Rejeição: Com uma rejeição de 46% — patamar próximo à do petista —, há sinais de que o eleitor começa a considerar as outras opções do próprio campo.

2. Potencial de Crescimento: Como Caiado e Zema ainda são desconhecidos por mais da metade do eleitorado (56%) e possuem rejeição baixíssima (16%), ambos têm uma avenida a explorar para crescer.

3. Fogo Amigo: Como precisam se viabilizar como a alternativa ideal ao anti-Lula, Flávio corre mais risco de ser combatido agora pelos aliados do que pelo oponente.

Por mais que evitem o ataque direto, Caiado e Zema não têm tido como fugir das perguntas desconfortáveis — e preferenciais — da imprensa sobre o que os diferencia do herdeiro político de Jair Bolsonaro.

Ambos têm executado saltos triplos retóricos para enfatizar, sem citar nomes, a principal carência do senador: a experiência administrativa.

— É preciso ter sentado na cadeira para saber o que é governar — tem repetido Caiado.

Zema desliza para a tese da eficiência do liberalismo radical, vendendo o modelo da gestão privada contra o “sistema político”.

Que Caiado também se cuide: o jogo de diferenciação vale para todos.

Arquivado em: POLÍTICA

Sobre Ramiro Batista

Sou escritor e jornalista formado em Letras e Literatura, Comunicação e Marketing, experiente em escrever, editar, publicar, engajar e promover pessoas e ideias. Compartilho tudo o que sei sobre o uso de ferramentas de comunicação para conquistar e manter poder.

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