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O Antagonista mostra como a velha imprensa ficou engessada

11 de novembro de 2015 por Ramiro Batista 1 comentário

Cinco razões do sucesso de O Antagonista
Dantas, Mainardi e Dantas: espírito de coluna de bastidores com texto afiado, foco e furos

Lendo oantagonista.com de apenas três repórteres/redatores — Diogo Mainardi, Mário Sabino e Cláudio Dantas —, dá para perceber como a velha grande imprensa parece rasa, embora tenha acesso às mesmas informações e lhes sirva de fonte.

É que os três têm flexibilidade, tempo e disposição para cavoucar detalhes, explorar contradições e denunciar dissimulações que a velha não explora, por burocratismo, pressa, engessamento ou pouco apreço pela velha cobertura de bastidor que fez a glória do jornalismo político no passado.

Está lá, por exemplo:

  • o vídeo que ninguém deu com a íntegra do depoimento do dono da UTC, Ricardo Pessoa, desvendando de forma crua o escandaloso esquema de propina internacional para financiar as campanhas de Lula e Dilma,
  • os detalhes dos empréstimos fraudados pelo amigo de Lula, José Carlos Bumlai, para camuflar a propina de contratos de navios sonda com a Petrobras.

Bumlai negou ao Estadão que tinha acesso garantido ao gabinete de Lula, quando presidente? O jornal não correu atrás, mas o site descobriu numa simples busca na internet o velho aviso afixado no Palácio pela área de segurança, garantindo o acesso privilegiado.

Fora isso, com a liberdade e flexibilidade de que gozam, ainda fazem um clipping comentado — e em geral corrosivo — de tudo o que o que de relevante, escondido ou mal explorado está na própria imprensa que não parece ter fôlego para seguir seus passos. A grande ou a pequena.

Acabam sendo muito mais demolidores do que todo o resto junto.

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Arquivado em: MAIS LIDOS, MÍDIA Marcados com as tags: análise de mídia, profissão de jornalista

Sobre Ramiro Batista

Sou escritor e jornalista formado em Letras e Literatura, Comunicação e Marketing, experiente em escrever, editar, publicar, engajar e promover pessoas e ideias. Compartilho tudo o que sei sobre o uso de ferramentas de comunicação para conquistar e manter poder.

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  1. O Antagonista cresce, perde mordacidade e fica como a velha imprensa disse:
    6 de setembro de 2021 às 12:35

    […] e a mordacidade iconoclasta com que tentava se distanciar do comodismo, do engessamento, do burocratismo e da falsa imparcialidade dos grandes, o diferencial com que nasceu e cresceu, como escrevo neste […]

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